Dourados/83: Geraldo garante mais R$ 9 milhões para H. da Mulher e da Criança

HMC está sendo edificado anexo ao Hospital Universitário e será a maior unidade materno-infantil do Estado HMC está sendo edificado anexo ao Hospital Universitário e será a maior unidade materno-infantil do Estado
 
20/12/2018 09h39

O Governo Federal pagou na quarta-feira (19) duas emendas coletivas no valor somado de R$ 9 milhões para a continuidade das obras do Hospital da Mulher e da Criança em Dourados. As emendas foram indicadas pelo deputado Geraldo Resende (PSDB), que está em Brasília para garantir a destinação de investimentos compromissados. O pagamento ocorreu na véspera do aniversário de 83 anos da cidade.

O Hospital da Mulher e da Criança (HMC) está em execução pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e significará um investimento global de R$ 51 milhões. O HMC está sendo edificado anexo ao Hospital Universitário e será a maior unidade materno-infantil do Estado. "O nosso trabalho em Brasília é viabilizar os anseios da população, por meio de investimentos planejados para obras estruturantes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Este moderno hospital era um clamor dos moradores de Dourados e Região. Eu, como único parlamentar da região, tinha que fazer de tudo para conquistar o recurso. É uma grande vitória", comemorou Resende.

Segundo a superintendência do Hospital Universitário, a construção do Hospital da Mulher e da Criança vai ofertar mais qualidade no acolhimento de gestantes, superando as superlotações, como também oportunizar residências em enfermagem obstétrica e saúde materno infantil. A missão da instituição é de promover à saúde de maneira indissociável do ensino, pesquisa e extensão.

"Essa conquista vai oportunizar serviços de qualidade, com estrutura moderna e adequada, com equipes multidisciplinares em um dos momentos mais especiais na vida de uma família: o nascimento de uma criança", afirmou Resende, que também é médico ginecologista e obstetra.

A unidade também contará com o Pronto Atendimento Ginecológico e Obstétrico que oferecerá diversos serviços para as gestantes. Atualmente o Hospital Universitário tem a maternidade que mais realiza partos no Estado. São 91% de todos os partos da macrorregião, que envolve 34municípios.

Atualmente a taxa de ocupação na maternidade do Hospital Universitário é de 182%, ou seja, quase o dobro do previsto. São 25 leitos de obstetrícia e 6 leitos de ginecologia contratualizados, mas a demanda é superior. A taxa de mortalidade infantil em Dourados é cerca de 15,86 óbitos por um mil nascidos vivos, está acima da taxa nacional, que é de 15,7. Em Mato Grosso do Sul a taxa é de 15,9, segundo dados do IBGE.

Investimentos

Para o início das obras, o Ministério da Educação já liberou a quantia de R$ 19 milhões, cuja primeira etapa demandará um investimento de R$ 34 milhões. Incluindo a segunda etapa, o Hospital custará R$ 51 milhões e já conta com investimentos garantidos pelo Governo federal.

A edificação terá área construída de 6.370,68 metros quadrados, além de 18 mil metros quadrados de urbanismo e infraestrutura completa. Já na primeira etapa, o hospital vai ofertar 55 leitos e serviços de pronto-atendimento pediátrico, pronto-atendimento obstétrico, alojamento conjunto da maternidade, Centro de Parto Normal com cinco quartos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), Centro Obstétrico com quatro salas cirúrgicas, Ambulatório Pré-Natal de Alto Risco, além de estruturas de apoio, como sala de plantão, área de apoio a Ensino e Pesquisa, brinquedoteca e área de convivência, com café e recepção geral.

Na segunda etapa, serão construídos 3.304,42 metros quadrados, consistindo em uma estrutura que vai abrigar mais 80 leitos distribuídos entre as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Pediátrica e Neonatal, Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs), além de estruturas de apoio, como Banco de Leite Humano, Ambulatório Segmento Recém-Nascido, plantão e apoio ao Ensino e Pesquisa.

A luta pela construção do Hospital da Mulher e da Criança começou em 2009 com a garantia de R$ 12,9 milhões em 2010, os quais foram perdidos por questões burocráticas pela gestão anterior da UFGD. Mesmo assim, o deputado Geraldo Resende trabalhou pela conquista de novos recursos com o apoio da bancada federal, envolvendo os senadores Waldemir Moka, Simone Tebet e os deputados Carlos Marun na época, Tereza Cristina e Luiz Henrique Mandetta.

 

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