Geraldo e Ministro da Defesa discutem Monitoramento das Fronteiras e Aeroporto

 
26/10/2017 16h57

O deputado Geraldo Resende (PSDB) se reuniu com o ministro da Defesa Raul Jugmann, nesta quinta-feira (26). Na audiência o parlamentar solicitou apoio para agilizar a confecção do Plano de Trabalho para obras de modernização e ampliação do Aeroporto de Dourados. Na reunião, Resende também apresentou a necessidade de informações sobre a execução do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON).

O projeto de modernização e ampliação do Aeroporto de Dourados está sob a responsabilidade do Exército Brasileiro e está dependendo da formulação de um Termo de Execução Decentralizada entre o Comando do Exército e a Secretaria de Aviação Civil vinculada ao Ministério dos Transportes.

"A ampliação e modernização do Aeroporto de Dourados é uma luta que amplos setores da sociedade douradense vêm defendendo há quase sete anos, principalmente a classe empresarial e setores produtivos. Agora, existe um prazo exíguo para que esse Termo de Execução Descentralizada seja assinado, a fim de que possamos ter, até o final do ano, o empenho de recursos já programados, de R$ 9 milhões para o início das obras", explica Geraldo Resende.

O Ministro defendeu a importância da ampliação do aeroporto e confirmou que se dedicará para contemplar a solicitação do parlamentar.

O projeto de ampliação do aeroporto de Dourados prevê um terminal de passageiros com 1.215 metros quadrados, no pátio de aeronaves, possibilitando um maior número de voos para o município. Outra parte do projeto prevê o prolongamento da pista por mais 175 metros, já que atualmente ela é de 1.950 metros, como também o alargamento para 45 metros.

SISFRON

Geraldo também cobrou informações sobre o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON). Em agosto o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou que o SISFRON estava passando por cortes orçamentários. O projeto-piloto foi ativado no ano de 2014 em Dourados. Já em 2015 começou a sentir os efeitos da crise política e econômica.

Em reportagem publicada em agosto pelo jornal "O Estado de São Paulo" foi apontada que a diminuição dos recursos para implementar o Sisfron encarece, a médio prazo, o projeto. Essa conjuntura obriga o Governo a renovar contratos, e pode inviabilizar sua conclusão. Segundo o jornal, hoje, com o atraso, o projeto se estendeu de 2015 para além de 2040. Com isso, levará mais de 25 anos. E os equipamentos correm o risco de ficarem ultrapassados.

O Sisfron foi criado em 2012 e previsto para ser concluído em dez anos, mas só cobriu até agora 600 quilômetros de uma faixa de 17 mil quilômetros de fronteiras. Segundo as Forças Armadas, o sistema teve contingenciados R$ 166 milhões, dos R$ 427 milhões que o Exército alocou como previsão na Lei Orçamentária deste ano.

"Vamos trabalhar pela recuperação desses recursos. O Sisfron é resultado do trabalho de centenas de técnicos, engenheiros e profissionais de diversas áreas, que durante quase três anos trabalharam no planejamento, instalação e testes, antes de ser ativado", finalizou Resende.


 

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