23/03/2009, às 11:01h

Geraldo visita obras da Vila Olímpica Indígena

O deputado federal Geraldo Resende (PMDB) visitou sexta-feira (20) as obras da Vila Olímpica Indígena. Acompanhado de sua equipe de assessores, o deputado inspecionou os serviços executados até o momento no local.

Após percorrer o complexo esportivo que está sendo construído na Reserva Indígena de Dourados, na divisa entre as aldeias Jaguapiru e Bororó, o deputado fez pequenas observações ao projeto e cobrou agilidade na conclusão da obra. “A fiscalização é um procedimento fundamental para garantir a qualidade e eficácia das obras públicas. Fizemos essa visita com nossa assessoria de Brasília para atestar os serviços já executados aqui na Vila Olímpica”, comentou Geraldo.

Kelly Manga, responsável pela área de orçamento e projetos no gabinete de Geraldo em Brasília, destacou a importância da Vila Olímpica na valorização da comunidade indígena de Dourados. “É um projeto louvável que vai propiciar aos índios um ambiente propício para a prática de atividades de esporte e lazer. A Vila Olímpica Indígena é um empreendimento único no país, que vai servir de modelo para outros Estados”, disse.

A construção da Vila Olímpica Indígena é uma ação de Geraldo que foi o autor junto com o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), de emendas que somam R$ 700 mil para o projeto.

O parlamentar também garantiu no final do ano passado o empenho de uma emenda de R$ 750 mil para a segunda etapa das obras da Vila Olímpica Indígena. Nesta etapa, os investimentos passarão de R$ 820 mil em virtude da contrapartida de 10% por parte da Prefeitura de Dourados.

Atualmente, os serviços estão concentrados na instalação do piso da quadra. A cobertura da quadra poliesportiva e a pista de atletismo já foram concluídas. A Vila Olímpica está sendo construída em uma área de 29 mil metros quadrados. Além da quadra de esportes de estrutura metálica e vestiário com área construída de 1.116 metros quadrados, o complexo contará com campo de futebol com vestiários, de 5.400 m2; pista de atletismo (2.735 m2); quadra de vôlei de areia (336 m2); e calçamento com 3.252 metros quadrados.

O projeto é único no Brasil. Conforme Geraldo Resende, a construção da Vila Olímpica Indígena “surge como uma alternativa ao uso de drogas, à violência, ao alcoolismo e à prostituição, que muitas vezes são conseqüência da falta de oportunidades”.

Segunda etapa

Para a segunda etapa das obras, está prevista a construção de novos vestiários na área da pista de atletismo, reformulação na própria pista que ganhará uma tecnologia em saibro – em atendimento à sugestão feita pela Associação de Atletismo de Mato Grosso do Sul -, construção de parque infantil, construção de estruturas como prédio para administração, banheiro, urbanização e iluminação externa, inclusive do campo de futebol.