Camapuã

Em 1593, os jesuítas espanhóis, procedendo da região de Guairá, subindo o rio Paraná e depois o rio Pardo, se estabeleceram com uma redução à margem do ribeirão Camapuã, a 18 km do Porto de desembarque no Rio Pardo e a 03 km acima da atual cidade de Camapuã.

Essa redução dos jesuítas concentrou, na época, um grande número de índios catequizados, foi construída pelos paulistas, por volta de 1.650, tornando-se pouso das bandeiras que demandavam pelo rio Coxim, rumo às minas de Cuiabá.

A rota das longas viagens, de São Paulo a Cuiabá “obra de 530 léguas por via fluvial desde Araritaguava, salvo no varadouro de Camapuã, que os irmãos Lemes abriram, em 1.723, entre o sanguessuga, afluente do rio Pardo e o Coxim, criaram a necessidade de um sítio de abastecimento e proteção aos navegantes.

“Surgiu, então, a fazenda de Camapuã, apoiados na qual os seus fundadores, aqueles mal afortunados sertanistas correram, sem contradição alguma, o território que decorre entre as margens do Guatemy”.

“Por aí passou igualmente o mestre de campo Manoel Dias da Silva, quando em 1.739, organizou força em Goyaz para enfrentar os castelhanos”.“Abastecido conveniemente marchou para o Sul...”.

Uma vez terminada a febre do ouro, que coincidiu com o cessamento das penetrações das bandeiras, o local caiu em complexo abandono, assim permanecendo até quase os nossos dias.

Muitos aventureiros atraídos pela lenda de existência de tesouros fabulosos, deixados na fuga pelos jesuítas, estiveram na região fazendo escavações sem nenhum resultado.

Júlio Baís, um desses crédulos, ali fincou rancho, instalando-se com a sua comitiva e ao que parece, encontrou apenas ossadas humanas.

O início do seu repovoamento data do primeiro quartel do século XX, quando se encontrava na região inúmeras e prósperas fazendas de criação de gado e agricultura.Alguns desses fazendeiros, destacando-se Francisco Faustino Alves, Protázio Paulino de Melo, Joaquim Capestana, Benedito Bonfim, Camilo Bonfim e Lázaro Faustino, requereram por intermédio da Prefeitura Municipal de Coxim, a criação do Patrimônio de Camapuã.

Essa pretensão se realizou com a Lei orçamentária nº. 845 de 03 de novembro de 1921, no décimo parágrafo do art. 22, que autorizou o Governo a “reservar ou desapropriar 3.600 hectares, para patrimônio da povoação de Camapuã, no município de Coxim.

Em 1924, João da Mota costruiu, no lugar onde se localiza a cidade a primeira casa comercial. Logo, no desejo de tornar aquela localidade um núcleo de mais densa povoação humana, iniciou a construção de uma igrejinha, a qual não lhe foi possível concluir, por haver falecido.Entretanto, outros moradores foram-se radicando à localidade, entre os quais citam-se os nomes de: Tibúrcio Dias Firmino Borges, Lázaro Caiana, Francisco Gonçalves Rodrigues e Alaor Gonçalves Rodrigues.

Em 19 de maio de 1933, pelo Decreto nº. 272, foi criado o Distrito de Paz de Camapuã na Comarca de Coxim.Instalado a 22 de julho de 1.933, teve como primeiro Juiz de Paz, Manoel Alves Rodrigues e como primeiro Escrivão de Paz e Oficial do Registro Civil, Lafaiete Djalma Coelho.

O Decreto nº. 319, de 30 de outubro de 1933, reserva para o patrimônio da povoação de Camapuã, no Município de Coxim, mais uma área de 500 hectares, cujos limites descreve.

A Lei nº. 134, de 30 de setembro de 1948 elevou Camapuã à categoria de Município

Veja imagens do município de Camapuã

 
 
Natureza de Camapuã
 
Rolos de feno
 

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